O fragmento de um osso cor-de-rosa e um dente com o dobro do tamanho de um molar humano – como os conhecemos hoje em dia – são os únicos indícios de uma espécie que, sabemos agora, viveu no mesmo tempo e local que os humanos modernos – e com eles procriou.
São uma parte de nós que não sabíamos existir.
Como é que estas “pessoas” eram? E como é que se integraram naquilo que pensávamos saber sobre o nosso desenvolvimento biológico como espécie?